“Acabara-se de deitar, fim de manhã, o silêncio perdurava na medida do decibel aceitável, contudo durara pouco, pouco menos de cinco minutos e lá fora a manhã exaltava, havia-se iniciado o barulho das máquinas. Lá dentro havia, em acréscimo, o barulho ensurdecedor mental. Deitada na divindade do repouso não fazia evaporação ao peso, fazia precipitação às emoções, não tardaram a definir o ponto de orvalho em choro compulsivo, soluçado, ofegante, somando-lhe um estridente suave grito. Conhecia os motivos, fazia-o por tudo e por nada!”
já era tempo...
Apesar de já não escrever com a regularidade que outrora o fiz, não deixo de cá vir, e dar umas voltinhas sossegadas pelos textos que fui escrevendo nos últimos seis anos... seis anos! Será verdade que já lá vão seis, longos, anos!? Pois é, o tempo não espera por decisões... Nunca me cheguei a decidir quanto ao término deste blog... Entreguei a decisão ao tempo,... E ele decidiu. Este blog teve uma estória, que às vezes relembro com um sorriso disfarçado... e é essa história que procuro sempre que cá venho, não a leio, só a procuro... Para todos os que continuam a passar por cá, sintam-se “qualquer coisa”, sintam-se especiais!
Comentários
admiro os teus textos..
mas este deixou me preocupado...
que se passa contigo?
beijo
continua lindos textos mas mais lindos sao teus olhos
identifica-te sff