Não foram precisos dois, vivi-o sozinha, romanticamente..
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Design =?
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Aqui há uns dias pediram-me para ceder um bocadinho do meu tempo numa entrevista. Cansadita e numa mistura de contrariedade e cooperação lá fui em direcção ao parque de estacionamento do segundo supermercado maior cá da “terra”, supermercado, até agora, com excelente reputação no Norte – Supermercados Freitas. Ora bem e o tema, esse era excelente, não podia estar mais a sul, ou a norte – Design!
Só eram três perguntas, e a asneirada não se resumiu a três vezes, um turbulento remoinho de palavras com um estúpido riso fizeram uma entrevista algo engraçada, que iria ser partilhada com umas míseras 50 pessoas!
1ª Pergunta -) O que é o design? 2ª Pergunta -) O design é importante para sociedade? 3ª Pergunta -) Onde encontramos o design? 1ªResposta -) Ah, o que é design? (olha a pergunta respondida com a pergunta), portanto design é “pegar” num objecto que até pode existir e transformá-lo em algo mais útil, torná-lo útil (…); Resposta da entrevistadora – Design surgiu...
"Gosto de ti, Pai"
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“És o melhor pai do mundo”, não digo, não acho correcto, simplesmente porque não conheço todos os outros pais! Pelo contrário não custa nada afirmar que o meu pai é só meu e que faz os possíveis e impossíveis para ser o melhor pai para mim.
Não o trocaria por nenhum “melhor pai do mundo” porque nenhum "melhor pai do mundo" seria o pai que conheço!
Tanatologia e Tanatologia Forense
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“ Morte é um processo e não um momento”* Professor Dr. J. Pinto da Costa recorre frequentemente a várias histórias enquanto do seu discurso, faz-se caso a cada imagem de determinado indivíduo morto! Em algumas destas imagens fica a importância de inferir causas da morte, o tipo de morte (homicídio, suicídio ou acidente) e a identificação de aspectos característicos de determinadas mortes! Um caso em que surgiu a dúvida se de acidente ou suicídio se tratava, diz respeito a um homem encontrado com o capacete da sua respectiva moto, atado com uma corda ao pescoço, por sua vez atada à maçaneta da porta! À partida seria de considerar que se tivesse matado, errado, o homem não pretendia morrer, pretendia com isto obter algum prazer. Ao que parece o aperto do pescoço causa certa anóxia (ausência de oxigenação do cérebro), que pelos vistos causa prazer aos respectivos praticantes (não se aconselha a experiência, visto a forte possibilidade de resultar em morte ou em graves lesões cere...
Professor Dr. José Pinto da Costa
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Prof. Dr. J. Pinto da Costa (J.P.C) : Quantos neurónios temos? Esta segunda-feira comecei um Curso Básico de Medicina Legal com o Professor Dr. José Pinto da Costa, irmão do conhecido Jorge Nuno Pinto da Costa. P: Um milhão! Dr. J.P.C : Não! Temos cem mil milhões de neurónios! Repitam comigo três vezes! Cem mil milhões de neurónios! Cem mil milhões de neurónios! Cem mil milhões de neurónios! Assim, nunca mais se vão esquecer, até na hora da vossa morte se vão lembrar dos neurónios -"Cem mil milhões de neurónios... (interpreta um moribundo de voz fininha)". José Pinto da Costa, licenciado em Medicina e Cirurgia, leciona Medicina Legal na Licenciatura em Direito da Universidade Portucalense Infante D. Henrique, sendo responsável pela cadeira de Psicopatologia Criminal do Mestrado em Psicologia Legal do Instituto Superior de Psicologia Aplicada de Lisboa. Dr. J.P....
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Isto é o que se chama dar nas vistas! Em dias de forte intesidade luminosa, os trapos são reduzidos a (...) tiras de trapos =/ Talvez a moda chegue a Portugal, e com a crise que tanto se fala, poupa-se no pano, embora se gaste numa boa depilação para evitar a fuga da pelugem selvagem! Fora a velocidade, que convém que seja lenta, é só vantagens, é fresquinho, pequenino, diferente e quanto à marca é no mínimo engraçada. Uma sugestão =)
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É provável que o som do vazio se tenha feito ouvir por estas digitais páginas, e não me justifico com a alegria nem com tristeza, não me justifico. O vazio remete-me para solidão, algo para que sou dotada para determinadas alturas do dia, mas uma vida parece-me em demasia, mesmo que esta seja curta!Aqui em casa somos apenas três, filha única. Sempre tive o desejo de um irmão, alguém que seria para mim o que mais perto estaria da minha fase etária. Tal era a minha vontade, pelos meus cinco/seis anos, que cheguei a pedir um irmão como prenda de Natal! (a recusa foi motivada pela falta de condições de saúde da minha mãe, e com o passar do tempo pela apelativa desculpa, do meu pai, de que uma (filha) já lhe dava muito trabalho). Quando se pensa em filho único pensa-se num miúdo chorão, mimado, e com suficiente entusiasmo para soltar a histeria em local público perante o não! Em acrescento fala-se numa certa solidão de filho único, e com muita verdade! Quando me permito pensar mostram-se qu...