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tempos difíceis...

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“Por essa altura, a minha gente andava preocupada a respeito do emprego que eu arranjaria. (…) Corri todas as agências e visitei todas as casas que tinham lugares vagos; mas sempre com o mesmo resultado: ou precisavam de uma empregada inteligente ou de uma boa estenógrafa. Fiquei deprimida, palavra: uma pessoa sente-se um fracasso quando ninguém a quer. Não podia censurá-los por não me quererem; tenho a certeza de que, se me entrevistasse a mim própria, também não me quereria. (…) Repito, é de ficar muito deprimida, de sentir-se uma pessoa um fracasso. (…) Perdi a conta a quantos empregos concorri. Milhões e milhões.” http://cartasdepaulotarso.blogspot.com/2009/05/ nos-ultimos-dias-virao-tempos-dificeis.html “Até que (…)” In Eu e Eles… de Charlotte Bingham

entre estados

A minha única veia que se lhe dava para escrever, foi-se… Pois ora accionada por euforia ora por depressão, não lhe chega o meio-termo que me divide. Não sou simpatizante de meios-termos, ou se me dão tudo ou que não me dêem nada, neste momento vão se me dando, uma quota que não chega para um perfeito sorriso facial, ou para libertar o incontinente fluido lacrimal. Faltam-me os extremos para uma eficaz sacudidela da mente!
Finalmente, licenciada ^^

terceira! vai na vez ..

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Faltava meia para as dez da manhã quando me preparava para um excessivo esforço mental, com uma chiquelete de mentol "happydent" na boca, auriculares passando Frank Sinatra, um sorriso anti-stress rasca e um exame que decidia se o meu nível de esperteza estava em ponto de estrada, a fim de seguir caminho. A chiquelete azedou, o sorriso desvaneceu-se, e enquanto a banda passava, as cerca de 10 folhas, que ora me suplicavam por respostas, ora me induziam nestas, permaneciam como calhaus prematuros. Vamos a ver. Retirado de:http://voosdeumaborboleta.blogspot.com/2009_02_01_archive.html

O bafo da independência..

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http://cavagnoli.com/mia/?m=201005 Por falta de outra coisa para fazer, aqui vai o testemunho de uma semana (que ainda decorre) entre Castelo Branco e Idanha-a-Nova. Aterrei segunda-feira numa aldeia chamada “Mata”. Supostamente deveria ter ficado num apartamento que aguardava metodicamente a minha pessoa, mas como os imprevistos acontecem fui deslocada para esta aldeia, onde porventura fui muito bem recebida pelo casal responsável pela minha orientação, enquanto voluntária de uma exposição de dinossauros. Como a exposição se situa em Castelo-Branco e o apartamento em Idanha-a-Nova, quase todos os dias tive de apanhar uma camioneta para Castelo-Branco às 8:10 e uma de volta a Idanha-a-Nova pelas 17:15. Por entre boleias ou grandes passeios forçados, entrava ao trabalho pelas 10:00 e terminava pelas 16:30. Na exposição fiquei responsável pela Área Educativa. Em suma, consistia no auxílio das crianças pelas várias actividades de cariz educativo/divertido. A principal atracção era u...
"As histórias para crianças devem ser escritas com plavaras muito simples, porque as crianças sendo pequenas sabem poucas palavras e não gostam de usá-las complicadas" In A Maior Flor do Mundo de José Saramago
"Sob a sua aparente arrogância, sob a sua aparente segurança, os homens são extremamente frágeis, ingénuos; têm dentro deles alavancas muito primitivas, basta premir uma para os fazer cair na rede como peixinhos fritos."   In Vai Aonde Te Leva o Coração de Sussana Tamaro